Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



por Tó Zé Rodrigues, em 10.10.08

Nome de fera

“Jean-Léon! Yohannes Leo! (...) Leo. Leone. Curieuse habitude qu'ont les hommes de se donner ainsi les noms des fauves qui les terrorisent, rarement ceux des animaux qui leur sont dévoués. On veut bient s'appeler loup, mais pas chien. (...)  ”

 

  Léon l' Africain  in Leon L’Africain de Amin Maalouf, Edição de J.-C. Lattès,1986, pg.303.

 

Nota: do mesmo autor outra citação aqui .  

                                                                                                                                                    Tó Zé

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:12


por Tó Zé Rodrigues, em 25.08.08

A fala

"Era verdade. Durante uns dias o cão [ Kurika] não falou. Digo bem: não falou. A fala é muito complicada. Está antes da palavra, como a poesia. E aquele cão falava. Falava com os seus vários modos de silêncio, falava com os olhos, falava, até, com o rabo, falava com o andar, com as inclinações da cabeça, com o levantar ou baixar das orelhas. Daquela vez calou-se por completo. Não falou com nenhum dos seus sinais. Nem sequer com o seu silêncio."

 

Manuel Alegre, in  "Cão Como Nós",

   Publicações Dom Quixote, Janeiro de 2008, 16ª edição, pág.s 119.

 

Obs.:  Kurika estava zangado pois pensava que o tinham abandonado.

 

Tó Zé

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 04:57


por Tó Zé Rodrigues, em 31.05.08

Barack Obama: a propósito das campanhas

 

A campanha presidencial norte-americana tomou conta do nosso espaço noticioso há longos meses; e definido que ficou qual o candidato republicano já perdi a conta aos meses e às eleições dos delegados ao congresso democrata, que se dividem entre os apoiantes dos dois que ainda procuram a primazia nesse partido - Barack Obama e Hillary Clinton.

 

Embora não tenha podido, ou sabido, acompanhar o processo como gostaria, tenho aqui e ali tentado estar informado, compreender e refletir sobre alguns factos e situações, e sobre outras "campanhas" dentro das campanhas própriamente ditas.

 

Sem deixar de ler, ver ou ouvir  as reportagens mais longas em diversos meios de comunicação, tenho encontrado com regularidade no Diário de Notícias,  em breves artigos da autoria de Ferreira Fernandes excelentes notas do que se está a passar.

 

Na edição de hoje, sob o título  "Não Há Missas Grátis" conta as peripécias da campanha de Barack, que envolvem em momentos e contextos diferentes o protestante Jemeriah Wright e o católico Michael Pfleger, que oficiam na mesma cidade, Chicago, em igrejas distantes poucos quarteirões uma da outra.

 

A mistura explosiva que aqueles responsáveis religiosos promovem contém politica, raça e religião.

 

Conclui Ferreira Fernandes no seu artigo acima referenciado

 

"Obama, que pauta a sua candidatura por não embarcar nessas tolices, mais uma vez teve de pedir desculpa pelos seus amigos religiosos. O problema destes é que acreditam que os rebanhos reconhecem melhor o caminho do Senhor com tabuletas a preto e branco."

 

            in Diário de Notícias, um ponto é tudo, "Não Há Missas Grátis" , 31 de Maio de 2008, pág. 64.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:30


por Tó Zé Rodrigues, em 10.05.08

A riqueza

 

“La richesse, frères croyants, ne se mesure pas aux choses qu’on possède mais à celles don’t sait se passer.”

 

  Mohamed le peseur, pai de Hassan ( Leão, O Africano),

  in Leon L’Africain, de Amin Maalouf, Edição de J.-C. Lattès,1986, pg.43.

 

Nota: Tanscrever ou fazer uma citação não é nem pretende ser sinal de erudição, nem tão pouco de compreensão do que é citado. Para mais quando a mesma está numa lingua estrangeira. Pode ser no entanto um objecto de curiosidade, reflexão  e partilha.

                                                                                                                                                    Tó Zé

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:08


por Tó Zé Rodrigues, em 27.10.07

O Alcorão: extractos de antiga entrevista

Relembro abaixo dois antigos apontamentos de entrevista, com o falecido Dr. Suleiman Valy Mamede, ( S.V.M.), à época Presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, mas que me parecem manter o interesse, e talvez também alguma actualidade, apesar da evolução política, social e religiosa entretanto ocorrida nesse vasto mundo de povos, nações e países onde se professa a religião muçulmana, o qual deverá hoje abranger perto de mil milhões de pessoas, senão mesmo mais.

I – Alcorão e não Corão

     “Expresso ( Exp .) – Uma última pergunta o Corão …
     S.V.M . – O Alcorão.      (…)      A palavra Alcorão entrou e fixou-se na língua portuguesa tal como existe em árabe, com o artigo Al. Não esqueça que nós não dizemos por exemplo, garbe ”, ou faiate ”, ou “cântara”. Porque há certas palavras que entraram no léxico português com o artigo e tal como se diziam em árabe. Essa é a opinião dos filólogos portugueses. Posso citar-lhes até o maior filólogo e arabista português vivo, que é indiscutivelmente o dr.José Pedro Machado, e que diz precisamente isso : Alcântara entrou e fixou-se tal como existe em árabe, com o artigo al. O mesmo se passa com alfinete, Algarve e logicamente, com Alcorão. “Corão” é um galicismo, e já Eça de Queiroz dizia que nós sempre tivemos a tendência de copiar o francês. E copiámos Le Coran ” … “


II – O Alcorão e a lei civil


     “ Exp . – Voltando, então, à última pergunta: a doutrina do Alcorão, tal como é praticada hoje nalguns países árabes, como autêntico código civil. Parece-lhe inteiramente correcto, ou há aí um pouco, digamos, de exagero, de excesso de zelo religioso?
     S.V.M . – Eu faria aí uma correcção, que é a seguinte: que eu saiba, o Alcorão só em dois ou três países é que efectivamente passou a ser um código de vida, isto é, penetra em todos os sectores da vida. Na maior parte dos países islâmicos, actualmente – é o caso da Argélia, da Líbia, ou do Egipto – só o Direito de Família é que se cinge ao Alcorão. No Direito Sucessório também se citam casos em que temos de ir buscar cláusulas do Alcorão. Mas só nestes casos. Porém, todos aqueles que não quiserem seguir essa lei, podem declará-lo, por escrito. É o caso, por exemplo, no Egipto, dos coptas, cristãos (à semelhança do que aliás aconteceu, durante o período, muçulmano, aqui na Península Ibérica – que durou mais de cinco séculos, em que os cristãos, então designados de “moçárabes”, até nos tribunais podiam optar pela sua lei). Nós não podemos ter a pretensão, nem queremos, obrigá-los a seguir o Alcorão, porque isso iria contrariar o verdadeiro espírito do próprio Alcorão, que admite a tolerância, por um lado, e a ecumenicidade por outro. Temos concretamente no Alcorão a frase: “Tu crês a tua verdade, eu creio a minha, tu segues o teu caminho, eu sigo o meu”. Isto é muito simples mas muito claro. Aliás, o Alcorão não poderia de modo algum responder às questões que o próprio século XX nos levanta. Por isso, existem os intérpretes do Alcorão – é uma ciência mesmo – para preencheram as lacunas que vão surgindo à medida que os tempos vão passando … “


    Estes apontamentos são  Extractos de uma entrevista do Dr. Suleiman Valy Mamede, então Presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, ao Semanário Lisboeta “Expresso”, de 18.3.77, conforme publicada no Boletim “O Islão – Órgão da Comunidade Islâmica de Lisboa", Ano X, Maio-Agosto de 1977-Tomo III Nº 11/12, a pp.7-9 ; selecção dos extractos e transcrição dos mesmos (que creio fiel) da minha responsabilidade.


Nota : esta entrevista já tinha sido objecto de uma outra referência mais extensa num outro local, sob a minha responsabilidade, debaixo do título "O Islão e a Sociedade"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 07:28


por Tó Zé Rodrigues, em 20.05.07

Controlo ou Controle?

"Como se deve dizer em português?",  perguntam muitos.

Bom, também eu tenho essa dúvida há muitos anos.

E quem não sabe deve procurar saber, mas isso às vezes dá algum trabalho.

Porque as respostas ou não se encontram, ou não satisfazem, ou são contraditórias.

Enfim. Se só para para saber como é que se deve dizer é isto, o que será para o exercer efectivamente ...

Mas adiante.

O primeiro dicionário que consultei foi o Dicionário Elementar da Língua Portuguesa, da autoria de Augusto Moreno, com grafia rigorosamente actualizada, e aprovado oficialmente, da Editôra Educação Nacional, Lda , impresso em 1939 no Porto.

Porém nem uma nem outra palavra constavam neste dicionário que nas palavras do seu autor, no Prefácio à 1ª Edição,  se destinava "às escolas primárias e ao povo".

Mais tarde tentei no Dicionário Enciclopédico Koogan Larousse Seleções ,  edição original da Editora Larousse do Brasil Ltda ., Rio de Janeiro, 1979, de acordo com a norma ortográfica estabelecida pela Lei Federal 5.765 de 18 de dezembro de 1971.

Segundo este a palavra existe e é CONTROLE, sendo aqui propostos vários significados conforme o contexto em que é utilizada.

Finalmente fui verificar o que havia no Grande Dicionário da Língua Portuguesa, coordenação de José Pedro Machado, da Sociedade da Língua Portuguesa, edição para o Círculo de Leitores, 1991.

Este contrapõe em exclusivo a palavra CONTROLO  e diz que se trata de um galicismo (do fr .  contrôle ) que se deve evitar, propondo em seu lugar verificação, revisãofiscalização.

Creio que esta resposta servirá melhor, pelo menos para o momento actual, e para o contexto de Portugal. Não sei qual a resposta para o restante espaço de língua oficial portuguesa.

De qualquer forma a aprendizagem é um processo continuo e a língua é uma entidade viva e em constante evolução.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:15


por Tó Zé Rodrigues, em 19.03.07

Constança Capdeville (1937-1992)



No 70 º Aniversário do seu nascimento, a Junta de Freguesia de Caxias promoveu uma Homenagem a Constança Capddeville, que referimos oportunamente noutro local ( ver aqui ). Do programa da mesma, onde foi publicada a fotografia supra, transcrevemos, com a devida vénia, o breve resumo biográfico aí incluido.
 

" Nascida em Barcelona em 16 de Março de 1937, foi nesta vila e freguesia de Caxias que viveu desde jovem e aqui faleceu em 4 de Fevereiro de 1992.

- Compositora e Professora Universitária;
- Membro do Conselho Português da Música;

- Membro da Associació Catalana de Compositors de Barcelona;

- Medalha de Mérito Cultural em 1990 (Estado Português);

- Comenda da Ordem de Santiago da Espada em Junho de 1992 a título póstumo (Estado Português).

 

Iniciou a sua brilhante carreira ainda muito jovem, escrevendo várias peças, sobretudo para piano. Nelas se descortinava já indícios da autora que mais tarde se veio a revelar. Realmente pouco a pouco, o seu espírito original e criativo evoluiu no sentido de uma linguagem musical de vanguarda.

 

Em 1969 a sua carreira sofre um impulso decisivo com a encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian da sua obra "Diferenças Sobre o Intervalo" que mostrava já uma linguagem musical personalizada (obra com 1ª audição dada pela Orquestra Gulbenkian no XIII Festival de Música Gulbenkian).

 

Apesar da sua curta carreira - faleceu com apenas 55 anos de idade - escreveu cerca de 8 dezenas de obras distribuídas por vários géneros que vão da música para orquestra à música para teatro e cinema e até à encenação.

 
Foram de sua iniciativa os projectos:
 
Convivium Musicum - música de cãmara -
ColecViva - música para filme -
Opus Sic - música para filme

Palavras para Dentro - músicas e palavras encenadas

 

As suas obras foram executadas com sucesso em muitos dos mais importantes festivais nacionais e internacionais de música.

 

Constança Capdeville distinguiu-se igualmente como pedagoga tendo percorrido todos os graus de ensino musical teórico no Conservatório Nacional e na Universidade Nova de Lisboa. "

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 06:43


por Tó Zé Rodrigues, em 20.01.07

Bencatel

Bencatel é uma aldeia perto de Vila Viçosa.

Na sequência do anterior post ( sob o título Aldabrão ) e na linha da temática arabista, recebi um simpático e-mail de um amigo, ligado por laços afectivos a essa aldeia, que me questionava sobre a possível origem árabe da palavra.

Dizia ele (e espero não cometer nenhum abuso de confiança ou desrespeito de privacidade), que lá passou muito tempo da sua infância e juventude, e que, passo a citar, "o meu pai, um dia, perguntou a um árabe o significado da palavra (Bencatel ), ao que ele retorquiu, não sei se brincando, que é ben-filho catel-assassino ou executor".

Numa primeira tentativa de ir ao encontro deste pedido recorri ao prestimoso Vocabulário Português de Origem Árabe, de J.P.Machado , já antes citado. Mas aqui encontrei a informação de que a origem da palavra era obscura, existindo pelo menos um elemento arábico; esse reconhecemos claramente ser o Ben, que de facto significa fiho de; e o autor acrescenta que a terminação -el sugere influência moçarábica.

Prevaleceu o desafio do meu amigo e a pista do árabe.

Como disse alguém, está tudo nos livros,  e  eu tenho um livro, há longos anos na prateleira sem utilização, que  é o Arabic-English Dictionary, The Hans Wehr Dictionary of Modern Written Arabic, Edited by J M Cowan,1976, comprado em Maio de 1977 a conselho do então meu professor de lingua, história e cultura árabe e islâmica, Prof.Doutor António Dias Farinha, actual docente da Faculdade de Letras de Lisboa, e director do INSTITUTO DE ESTUDOS ÁRABES E ISLÂMICOS «DAVID LOPES» .

Depois de tantos anos, a busca foi uma aventura e um prazer; a pista do catel também ajudou; mas tive que ir buscar um alifato ( abecedário árabe) impresso, que já não o sabia de cor, para poder procurar a palavra no dicionário.

Depois lá encontrei a palavra árabe actual que me parece mais de acordo com a pronúncia catel, e mostro abaixo uma imagem do texto que espero não ofenda os direitos de autor .



Voltando à explicação do árabe, e sem querer contestar a sua interpretação, devo referir, que em regra, ou com muita frequência, as palavras árabes são construidas a partir de uma raiz com três consoantes. Neste caso seria q-t-l. A partir daí há toda uma grande familia de palavras que podem existir, onde essa raiz está presente, e onde se podem juntar prefixos ou sufixos, vogais longas ou breves, constituindo novas palavras com diferentes significados. Também, como no português, por vezes o contexto poderá alterar o significado que uma palavra pode assumir.

No caso desta palavra
do árabe actual, "catiiil" (com i longo), que me parece ser a mais parecida com catel; em árabe não existe o "el" ( talvez daí a ref.à influência moçarábica, J.P.Machado , ver supra); a tradução proposta é de "morto em batalha"   ou de "alguém morto em batalha" .

Assim se porventura fosse esta a palavra correspondente a catel, e dos ponto de vista filológico e do estudo da toponímia houvessem quaisquer fundamentos, poderia sugerir-se que Bencatel   significava Filho do Morto em Batalha.

Tudo isto porém não passam de considerações sem qualquer valor, o que não invalida o interesse verdadeiro pelo estudo destas questões, que hoje se renova, intensifica e diversifica, em diversos núcleos universitários em Lisboa, e creio que também no Porto, Évora e Algarve.


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:53


por Tó Zé Rodrigues, em 18.01.07

Aldrabão

Dizia hoje ao almoço, com uma certa graça, um colega e amigo, que Aldrabão era o nome árabe da nossa profissão.


Nome português de muitas profissões, digo eu, que nós não somos invejosos.


Aliás, quando estamos mesmo zangados aldrabão é o outro, mas quando descontraímos somos capazes de reconhecer que aqui ou ali também lhe vestimos a pele.


Sim, porque mesmo que não tenhamos feito nada para o merecer, aos olhos dos outros não deixaremos de o ser. Os políticos que o digam.


Mas amigo de saber mais um pouco deste legado tão rico fui consultar uma obra, Vocabulário Português de Origem Árabe, do já falecido José Pedro Machado, incansável estudioso, filólogo e arabista.


Segundo ele a palavra vem do árabe al-bardān , com o significado original de «louco».


Daí viria o antigo alvar­dan (séc. III, Cantigas de Santa Maria editadas por Walter Mettmann , Coimbra, 1958-1972, 401, vs.68 ),e posteriormente albardão (séc. XV, Infante D. Pedro, Livro dos Ofícios, p.68 ).
 

Mais tarde, por influência de aldraba, teria surgido   aldra­-bão ( Bluteau , 1712, aumentativo de aldraba; em 1871 , «trapaceiro»).


À parte pequenas "aldrabices", do dia à dia, que cada qual gere à sua maneira, e que por vezes muito nos fazem rir; tantas vezes de nós próprios; valha-nos isso;  penso que o rigor e a verdade são sempre os melhores cartões de visita, sejam pessoais sejam profissionais.


Ao nível das empresas, sectores de actividade, nos sectores privado ou público, e ao nível do País;  estou convicto que uma imagem de rigor e verdade, é fundamental para o seu progresso,  e deve estar assente em realidades concretas e comprováveis e não é compatível com a imagem do Aldrabão.

Assim creio que ao mesmo tempo que nos rimos da Aldrabice em geral, devemos promover o Rigor naquilo que depende de nós e apontar menos o Aldrabão que há no outro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:01


por Tó Zé Rodrigues, em 02.01.07

João de Freitas Branco (1922-1989)

João de Freitas Branco faria 85 anos de idade no próximo dia 10 de Janeiro, se ainda estivesse entre nós.

Musicólogo e matemático,  no dizer de Jorge Calado do Instituto Superior Técnico, "João de Freitas Branco foi, sem dúvida, o grande educador musical dos portugueses".

Foi filho único do compositor e musicólogo Luís de Freitas Branco.

Na imagem em baixo reproduz-se a capa de uma simpática edição biográfica, que a Câmara Municipal de Oeiras (CMO ) lhe dedicou, com texto de Carla Rocha com João Maria de Freitas Branco.

A fotografia, conforme ficha técnica da publicação, será um original de João Maria de Freitas Branco (seu filho).

                          

Com base nessa informação, por um lado, e com referências bibliográficas obtidas, por outro; as quais não dispensam nem a leitura da publicação da CMO , supra mencionada, nem o texto "Cronologia", publicado em Arte Musical, Novembro de 2001 ( FREITAS BRANCO, João Maria de; e  AZEVEDO, João Borges de);  está disponibilizada na Wikipédia uma breve resenha biográfica e a referência a alguns textos da autoria de João de Freitas Branco ou por ele traduzidos a que poderá aceder por uma questão de facilidade clicando aqui ou escrevendo na barra de pesquisa do browser  :

               http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Freitas_Branco

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:20


"Sítio onde está luz; lanterna, farol" - José Pedro Machado, Vocabulário Português de Origem Árabe

Mais sobre mim

foto do autor



Arquivo

  1. 2015
  2. JAN
  3. FEV
  4. MAR
  5. ABR
  6. MAI
  7. JUN
  8. JUL
  9. AGO
  10. SET
  11. OUT
  12. NOV
  13. DEZ
  14. 2014
  15. JAN
  16. FEV
  17. MAR
  18. ABR
  19. MAI
  20. JUN
  21. JUL
  22. AGO
  23. SET
  24. OUT
  25. NOV
  26. DEZ
  27. 2013
  28. JAN
  29. FEV
  30. MAR
  31. ABR
  32. MAI
  33. JUN
  34. JUL
  35. AGO
  36. SET
  37. OUT
  38. NOV
  39. DEZ
  40. 2012
  41. JAN
  42. FEV
  43. MAR
  44. ABR
  45. MAI
  46. JUN
  47. JUL
  48. AGO
  49. SET
  50. OUT
  51. NOV
  52. DEZ
  53. 2011
  54. JAN
  55. FEV
  56. MAR
  57. ABR
  58. MAI
  59. JUN
  60. JUL
  61. AGO
  62. SET
  63. OUT
  64. NOV
  65. DEZ
  66. 2010
  67. JAN
  68. FEV
  69. MAR
  70. ABR
  71. MAI
  72. JUN
  73. JUL
  74. AGO
  75. SET
  76. OUT
  77. NOV
  78. DEZ
  79. 2009
  80. JAN
  81. FEV
  82. MAR
  83. ABR
  84. MAI
  85. JUN
  86. JUL
  87. AGO
  88. SET
  89. OUT
  90. NOV
  91. DEZ
  92. 2008
  93. JAN
  94. FEV
  95. MAR
  96. ABR
  97. MAI
  98. JUN
  99. JUL
  100. AGO
  101. SET
  102. OUT
  103. NOV
  104. DEZ
  105. 2007
  106. JAN
  107. FEV
  108. MAR
  109. ABR
  110. MAI
  111. JUN
  112. JUL
  113. AGO
  114. SET
  115. OUT
  116. NOV
  117. DEZ
  118. 2006
  119. JAN
  120. FEV
  121. MAR
  122. ABR
  123. MAI
  124. JUN
  125. JUL
  126. AGO
  127. SET
  128. OUT
  129. NOV
  130. DEZ


subscrever feeds